| Autor: | |
|---|---|
| Editora: | |
| Data de Edição: | |
| Local de Edição: | |
| ISBN | 972-588-046-3 |
| Apresentação Gráfica/Paginação |


A Alfândega de Viana e o Comércio de Importação de Panos no Século XVI
CompareConheça o autor
Subsídios para o Estudo da Economia e Sociedade de Ponte de Lima na Época de Quinhentos (Separata)
Com base no estudo do “Livro de Sisas de Ponte de Lima”, 1531-1532, e outros documentos já conhecidos, aborda a evolução urbana de Ponte de Lima, as actividades económicas e a fiscalidade numa época de transição e de mudança, a época quinhentista.
Esta análise aparece enquadrada na situação nacional e regional, tanto no plano político, como no económico, como no religioso.
O Porto de Viana na Época dos Descobrimentos
Este trabalho aborda quatro temas relativos ao porto de viana na época dos Descobrimentos:estruturas materiais; privilégios e regimentos; comércio marítimo e regional; os mareantes e mercadores.
Tendo como limites cronológicos os séculos XV e XVII, esta investigação retrata a época mais brilhante da actividade do porto de Viana, um dos principais centros marítimos fora das grandes cidades.
O Prestomado de Valdevez
Este ensaio apresenta-se dividido em duas partes: uma primeira dedicada aos préstamos em geral; uma segunda sobre as características e limitações do Prestomado de Valdevez.
Este trabalho integra-se na área de estudos das instituições religiosas medievais, procurando enquadrar o aparecimento e desenvolvimento do Prestomado de Valdevez no contexto histórico, geográfico e humano envolvente.
Raízes Históricas da Diocese de Viana do Castelo
Estudo de investigação histórica, esta obra debruça-se sobre a história das instituições religiosas cristãs desde o período mais remoto da cristianização do noroeste peninsular até à nova igreja saída da revolução liberal.
Obra de fôlego divide-se em quatro capítulos:
I- Inter Dorium et Minium – A Cristianização
II- A Administração Eclesiástica de Valença do Minho
III- A Sé de Viana e a Piedade Barroca
IV- A Comarca Eclesiástica de Valença
Excertos
“A classe mercantil de quinhentos estava longe de constituir um grupo homogéneo e uniforme. Ao lado do mercador propriamente dito aparece o mareante-mercador, o mestre-mercador, o piloto-mercador, o mester-mercador, o simples popular.
Os primeiros distinguiam-se dos demais pela exclusividade profissional, maior volume de negócios praticados, recurso à venda de “atomados” e envio de “levadas” para as Ilhas atlânticas. Integravam redes extensas de parceiros e procuradores. Eis alguns exemplos frisantes da praça de Viana. António Fernandes, muito relacionado com o grupo de cristãos-novos que frequentavam o porto de Caminha, despachou, em 1519, na alfândega desta Vila, cerca de 1 conto de reais em fazendas, o que o colocava em lugar cimeiro a nível nacional. Outro cristão-novo de Viana de nome Fernão Dias, no mesmo ano, importou grande quantidade de panos variados cujo montante ultrapassou as três centenas e meia de milhar de rs. Muitas das fazendas foram levadas para a Madeira e Açores. Os restantes vendidos na loja que possuía na Rua Grande, em Viana do Castelo. Gomes da Rocha, igualmente de Viana, adquiriu em Fevereiro do dito ano, 16 peças de Londres. Em Maio e Julho carregou para a Madeira 15 meias peças de Londres, 7 peças de guardalete e 5 peças de Hul.” (p. 128)
Livros relacionados
100 Anos ao Serviço da Educação
É uma separata, revista e aumentada, da primeira parte do livro CEM ANOS DE UMA ESCOLA, onde o autor percorre a história da educação em Viana do Castelo a propósito dos 100 anos da Escola Secundária de monserrate.
Cem Anos de Uma Escola
Com um prefácio do então Presidente do Conselho Directivo da Escola Secundária de Monserrate, Dr José Luis Carvalhido da Ponte, o livro tem três partes distintas: 1ª parte – 100 anos ao Serviço da Educação. O autor, Dr Manuel Inácio Rocha, ao tempo professor efectivo do 10ºA do referido establecimento, faz a história da educação em Viana do Castelo desde 1888 a 1988 e assim vamos tomando contacto com os vários nomes que a Escola Secundária de Monserrate teve ao lon go dessa centena de anos. 2ª parte – Registo das palavras que foram intenção – aqui inserem-se todos os textos que a propósito deste evento ( centenário da escola) foram produzidos por alguns dos então intervenientes na efeméride. 3ª parte – Registo dos actos que foram festa – galeria de fotos que ajudam a entender as comemorações.
Barqueiros do Lima
Depois de uma dedicatória do autor a sua mãe e ao barqueiro «Ti João Facão», de uma apresentação do vereador do pelouro da cultura da Câmara Municipal de Viana do Castelo, Dr Carlos Baptista, e de um prólogo do autor, sucede-se uma homenagem ao rio Lima e a todos os que, de qualquer modo, dele faziam o seu modo de vida( carreteiros, barqueiros) ou dele eram, por vezes, vítimas das suas cheias.
Ao longo de uma primeira parte, constituída por oito capítulos, abordando vários temas-«Rio Lima»,«Veigas», «Os Barqueiros do Lima», «Barcos», «Portos fluviais, Porto de Mar e Passagens», «Feiras», «Transportes» e «Pesca»- o autor fornece informações bem detalhadas, de alguém que conhece bem o rio e as suas lides.
Numa segunda parte, intitulada «Histórias do Lima» e constituída por cinco capítulos, o autor relata pequenas histórias que têm o rio como cenário.
A obra termina com um agradecimento a todos os que, de qualquer modo, contribuíram para a sua realização.
Caminhos da História da Arte no Noroeste de Portugal
APRESENTAÇÃO GLOBAL
Obra composta por introdução, cinco itens (cada um deles versando sobre a biografia e a obra de cinco nomes que se destacaram no âmbito da arquitectura militar e/ou civil e/ou religiosa, sobretudo no noroeste de Portugal), dois apêndices (um referente às obras efectuadas no actual Museu Municipal de Viana do Castelo, outro sobre “as obras setecentistas do Convento do Carmo”) e listagem das publicações de que António Matos Reis é autor. O corpo do texto é complementado por várias notas de rodapé e ilustrado com fotografias de peças arquitectónicas da autoria dos engenheiros/arquitectos em destaque.
LINHAS TEMÁTICAS
A temática central da obra debruça-se sobre construções arquitectónicas levantadas de raiz ou que sofreram obras de restauro, de ampliação ou de qualquer tipo de modificação em finais da centúria de seiscentos e na primeira metade do século XVIII, sobretudo no espaço aglutinado pela então arquidiocese de Braga. Característica comum a todas as obras mencionadas é a intervenção por parte de engenheiros e/ou arquitectos nascidos na região minhota ou que nela deixaram a sua marca: Miguel de Lescol, Manuel Pinto de Vilalobos, Manuel Fernandes da Silva, António Bernardes e José Fernandes Pinto Alpoim. Por vezes, Matos Reis espraia o horizonte geográfico até outras paragens, em virtude de tais engenheiros e/ou arquitectos terem assinado projectos e dirigido a construção de espécimes da arquitectura civil, religiosa e militar noutras regiões de Portugal Continental e até do império português, nomeadamente no Brasil. Na introdução, o autor põe-nos ao corrente da importância da existência de várias escolas regionais, da relação existente entre as edificações de cariz militar e a sua função na defesa das fronteiras do território nacional, após a restauração da nossa independência em 1640 e de como, a partir do momento em que se assinou o tratado de paz com Espanha, a arquitectura militar deixou de ter a primazia que até então lhe fora atribuída, para dar espaço também à arquitectura religiosa e à civil. Relativamente aos cinco arquitectos em destaque, são-nos fornecidos os dados biográficos de cada um e uma referência sucinta às obras de maior vulto a que cada um se associa. É ainda feita referência aos livros da autoria de Miguel de Lescol e elencam-se as traduções e as obras compostas por Manuel Pinto de Vilalobos. No primeiro apêndice, o leitor depara-se com pormenores sobre as diligências efectuadas para a construção do palacete onde actualmente se encontra o Museu Municipal, assim como com uma descrição bastante detalhada do mesmo. O segundo apêndice oferece-se ao leitor indicações sobre a documentação existente acerca das obras efectuadas no convento do Carmo, assim como uma descrição do convento, com base nos desenhos datados da década final do século XVII e primeira metade da centúria imediata.
Avaliações
Ainda não existem avaliações.