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Poesia das Letras

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Conheça o autor

"Célia Meira nasceu em Viana do Castelo a 19 de abril de 1982. Cresceu em Deãoe, desde cedo, se recorda de escrever como forma de se organizar, como forma de se conhecer e definir.Paralelamente à escrita, revelou-se o espírito social, cultural, ambiental e intervencionista, tendo integrado a Geração 2000 e a AJD. O período de licenciatura em Engenharia Civil, na Faculdade de Engenharia da Universidadedo Porto(2000 a 2006),possibilitou-lhe absorver uma série de sentimentos que a assolavam e a passá-lo para o papel: umas estrofes, simples, singelas, mas que contam uma história, o viver sentir, imaginar e sonhar de si própria e do que aprende e absorve dos outros."
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Data de Edição:

Local de Edição:

ISBN

978-989-697-533-3

Prefácio

Um livro para além de um objecto. É um encontro entre duas pessoas através da palavra escrita.É esse encontro entre autores e leitores que a Chiado Editora procura todos os dias, trabalhando mcada livro com a dedicação de uma obra única e derradeira, seguindo máxima pessoana “põe tudo quanto és no mínimo que fazes”.Queremos que este livro seja um desafio par si. O nosso desafio é merecer que este livro faça parte da sua vida.

Outros

Badanas

Biografia da autora

Contra capa

Que os meus sentimentos
Não esmoreçam
E as palavras que escrevo
O tempo não esqueça…
Que o esfolhear destas páginas
A tua emoção desperte
e na sintonia do que sentes
a tinta de impressão não desvaneça…

Excertos

AMOR
Por saber sempre onde te encontrar
E no teu ombro poder chorar
Por nos teus carinhos
me deixares aconchegar
Pelo sorriso que trazes
Quando me vês chegar
Pelo beijo que me dás
Depois de me abraçar
Pelo sentimento forte
Que sabes despertar
Te dedico a minha luta
Te ofereço o meu amar!

TU
Quando as palavras se perdem,
Quando os gestos se confundem
Quando o Mundo gira
E te sentes esquecida!!
Quando os olhares se cruzam
Quando os sentimentos mudam
Quando a vida acontece…
E te sentes perdida…
Quando tu és tudo,e tu és nada,
Quando nós é só uma lembrança!!!
(6 de abril de 2003)

ALEGORIA
Ao calor deste fogo
Que num abraço me envolve
Aquece o espírito
Para os problemas que o corpo não resolve…
Tenho um corpo que não bebe
Mas disfarça a noite fria
(O vinho não esmorece
É teimoso já na vinha)
Da dança das chamas
Já pouco se adivinha
Repetem-se em ciclo
Rumo à monotonia…
E quando só as brasas sobram
Quebra-se a alegoria
E o fogo que me envolve
Transforma-se
Em cinza fria…
(Janeiro de 2012)

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