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O Zezinho Cigano

Ao longo de 15 capítulos, O Zezinho Cigano aborda problemas que afectam a juventude (problemas sociais dos meninos da rua, trabalho infantil, droga, roubo,sida…) e suscita a reflexão de quem o lê, no sentido de contribuir para uma maior consciencialização, passo primordial para que esses problemas sejam melhor tratados e para que as condicionantes que estão na sua génese sejam encaradas não como fatalidades necessárias mas como produto dum certo tipo de sociedade.

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Conheça o autor

"PORQUE ESCREVO?... --Porque escrevo? --Escrevo...porque gosto. Porque, creio, sou lido. Escrevo, porque aprecio fazer viajar ideias e ornamentar frases bonitas. Dá-me gozo transformar o adjectivo em rosa e, delicadamente, oferecê-la ao substantivo mais próximo. E brincar aos "robertos"com os verbos. Fazê-los falar em várias vozes, por diversificadas pessoas, com ou sem reflexos, neste tempo e daquele modo. Depois, há pessoas que dizem o que sentem. Há,porém, outras que sentem, mas não sabem dizer. Escrevo, ainda, porque nasci à beira do Lima e perto do mar. A onda da maré, rio acima, ou a do mar, sumindo-se na areia, cadenciam-me a letra do verso e modulam-me a sílaba da frase. Ao cadinho do estilo gramatical vou buscar a coloração das figuras literárias, que embelezam a escrita da paisagem limiana. São as ninfas sedutoras do Lima comigo a poetar e, juntos, a romancear belezas. Versos que pedem melodias...romances que transcendem amores. Viana é Canção... Viana é Amor. Carlindo Vieira"
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ISBN

972-9397-36-8

Prefácio

A escrita tem uma função social.

Ojornalista, no diário onde quotidianamente escreve, deve analisar, ao pormenor, os eventos da sociedade e ajudar o cidadão comum a formar uma opinião crítica, sobre os acontecimentos do dia a dia.

O romancista, no meu entender, sem prejuízo da actividade criativa e de ficção, tem obrigação de fazer passear os protagonistas da sua obra literária, pelos acontecimentos sociais mais marcantes da época, para melhor os perceber e dar a conhecer, em toda a sua transcendência.

Outros

Badanas

Caricatura, biografia e bibliografia do autor.

Excertos

“O Zezinho nunca foi “menino”.Era filho da profissão da mãe e do “desenrascanço” do pai. (Cap. I)

(…)

“Se a meninice do Ciganito não foi famosa, pior vai ser a sua adolescência. Apesar do bom aproveitamento que fez dos estudos, na escola primária onde, mercê da sua inteligência, brilhou, o Ciganito, com o decorrer dos anos, por falta de condições e de motivação pessoal, vai retroceder em hábitos adquiridos e em comportamento social.(…)

A educação que a mãe, apesar de pobre, lhe havia dado, sumiu-se, dando lugar a um comportamento grosseiro, antipático e desrespeitoso.” (Cap. II)

“Nesta nova fase da sua vida de desempregado, enquanto a mãe trabalhava, o Ciganito ficava sozinho em casa, sem estímulo nem interesse para qualquer actividade.

Como consequência de toda esta solidão, surgiu a possibilidade da fuga do lar, sem a mãe dar conta, e a natural entrega às más companhias.

Foi um desvio da rota de bem proceder, que a professora tanto lhe havia recomendado na escola e que a mãe lhe ensinara em casa.” (Cap.VI)

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