Biblioteca

Lopes – Uma Família de Artistas em Portugal e na Galiza

A obra é uma separata, desta feita da “Revista de Guimarães”, número XCVI, datada de 1986. Após a introdução, o autor detém-se sobretudo em cinco elementos de uma família de artistas – os Lopes – durante os séculos XVI e XVII (mestres canteiros que trabalharam sobretudo o granito): João Lopes-o-Velho, João Lopes-o-Moço, Gonçalo Lopes, Mateus Lopes, João Lopes de Amorim e Pedro Afonso. Faz-se ainda menção a outros membros da família; no entanto, estes não alcançaram a notoriedade dos anteriores: Bastião Afonso; Manuel e Baltasar Lopes.

Sobre cada mestre canteiro são fornecidos alguns dados biográficos e profissionais, com relevância para as obras em que colaboraram e para aquelas cujo traçado é de sua autoria.

O estudo possui ainda uma conclusão, um mapa em que se encontram assinaladas as localidades onde os mestres Lopes deixaram obra, a bibliografia consultada e quinze imagens de obras que patenteiam o cunho dos mesmos.

Lugar da Amorosa

Nesta obra, a autora faz a história do Lugar da Amorosa, desde as suas origens, em 1911, até aos nossos dias.

Depois de uma Introdução, a obra desenvolve-se nos Cap.I -Os Pioneiros (1900-1911-1953, Cap.II – Primeira Fase de Desenvolvimento (1953-1955), Cap.III – Segunda Fase de Desenvolvimento (1955-1970),Cap. IV – Terceira Fase de Desenvolvimento (1970-2000), Cap. V – A Praia de Amorosa do Séc. XXI (2000-2008) a que se segue a Conclusão.

Os Mareantes de Viana e a Construção da Atlantidade

Nesta obra, o seu autor aborda o papel de mareantes e pecadores na construção da da Atlantidade referida no título.

Este estudo identifica, numera e caracteriza a classe marítima da época em análise, sublinha a importância da Confraria do Nome de Jesus, como elemento aglutinador e promotor da classe, revela as condicionantes das navegações, estuda as viagens realizadas por vianenses nas várias direcções do Atlântico e conclui com a identificação dos mareantes vianenses dos finais do séc. XVI e inícios do séc. XVII.

Marte Instruto

Marte instruto (Generalidades sobre a batalha antiga e a medieval e meios de acção nelas empregados) é o texto de uma conferência proferida nas «Festas Militares» de 1935 no Teatro Sá de Miranda de Viana do Castelo.

SUMÁRIO: Preâmbulo. De como de uma reminiscência escolar e de um soneto de um Poeta contemporâneo se engendra uma alegoria táctica. A choupana e a arma. O contacto. A ofensiva. O combate de encontro. O ataque de flanco e de revés. A defensiva. A pequena diferença… O que é o exército. Carácter ofensivo da batalha campal na era da arma branca. Referência aos cercos e à retirada. O objectivo final e os objectivos individuais. Os meios na idade do ferro. Canas (a.C. 216) O mago das batalhas. O local e o dispositivo. A manobra envolvente. Outros engenhos. Predomínio da cavalaria. As milícias concelhias. Pequena variante de armamento medieval sobre o antigo. Novas de Telesa (1212) A cruzada. Um rei não belicoso. O dispositivo. A solidez da infantaria portuguesa. O arranco. O milagre de Navas. Palavras de Herculano. Razões porque se pára aqui.

Um episódio local. A muralha da Vila de Viana-da-Foz-do-Lima. Um lugar selecto de Silva Campos. Um segrel contemporâneo: ao sabor da musa popular… Pelo Mestre de Avis! Nun’Álvares às portas da vila. O reforço de dentro. O desfecho. Levantando o guante.

O Medo da Peste em Viana da Foz do Lima no século XVI – Separata da Revista

Este ensaio histórico, após uma breve panorâmica da situação económica e social de Viana do século XVI, faz uma abordagem aos surtos de peste que afectaram esta região e aos comportamentos individuais e colectivos que provocaram.

Numa cidade aberta ao comércio marítimo(Norte da Europa, França, Inglaterra, Galiza, ilhas atlânticas e, mais tarde Brasil), o transporte por esta via foi visto como um dos transmissor de doenças (o outro sendo os “maus ares” ou castigos divinos). Viana teve de se preparar criando hospitais, “casas de degredo” e outros locais de isolamento, contratando pessoal (médicos, boticários, …) e impondo limitações à entrada de barcos suspeitos.

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