Troféus de Caça
“Houve, porém, uma guerra: Troféus de caça é a memória desse tempo que um lugar de retaguarda con-sente”
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“Houve, porém, uma guerra: Troféus de caça é a memória desse tempo que um lugar de retaguarda con-sente”
Os excertos que se seguem são pequenas frases que o autor coloca, em guisa de resumo, no início de cada capítulo, e nos permitem ter uma visão geral da narrativa.
1. Em que Óscar Scott viaja de camioneta e conhece os “Três Porquinhos”.
2. Em que Scott retoma hábitos antigos e o Juiz enuncia um outro personagem universalmente conhecido.
3. Em que a perversidade humana é tema de conversa e a morte violenta é encarada sob um perspectiva surpreendentemente benigna.
4. Em que a curiosidade leva Scott a empreender uma missão de espionagem e faz cruzar com padre predisposto a perdoar um pecado mortal.
5. Em que o “Convento” se revela um lugar pouco propício à ascese ou a pacíficos pensamentos.
6. Em que o Juiz procura um pulverizador; Oscar Scott entra na toca do lobo e Patrícia recebe um telegrama.
7. Em que as notícias circulam, o padre Nestor se faz convidado e o dia não acaba bem.
8. Em que o túmulo de Nicodemo Frade desperta mórbida curiosidade e o juiz toma, momentaneamente, o comando das operações.
9. Em que se verifica que a morte suscita benevolência e o Juiz, depois de uma furtiva exploração, recebe uma visita.
10. Em que o poço do “Convento” é novamente centro das atenções e o Juiz continua a adoptar um estranho comportamento.
11. Em que toda a gente tem uma história para contar; o Delegado se considera satisfeito com as declarações; e o Juiz não tanto como ele.
12. Em que, apesar da lei se desinteressar do caso, o Juiz se debate com um problema de consciência que o obriga a fazer uma investigação por conta própria.
13. Em que o Juiz continua a mostrar-se curioso e nem tudo é o que parece ser.
14. Em que Scott desiste do benefício da ociosidade; em que o Juiz faz uma operação aritmética, comete um erro por causa dela e resolve fazer um convite para jantar.
15. Em que a varanda do Juiz é palco de uma longa conversa e o Padre Nestor faz uma confissão.
16. Em que se pretende dizer a verdade, só a verdade e nada mais que a verdade. Em que o pano desce com dificuldade manifesta e Scoot considera algumas interrogações que julga conveniente não divulgar.
Estamos perante um livro-testemunho: testemunho de vida que a Anabela deixou em alguns dos seus textos e testemunho dos seus amigos e de muitos os que com ela conviveram.
Depois do Prefácio, da autoria de José Luís Carvalhido da Ponte, segue-se uma fotobiografia redigida por uma amiga da Anabela, a professora Maria Gigante Abreu, e servida por inúmeras fotos, cedidas pela família, e variadíssimos excertos de depoimentos dos seus amigos.
É aqui que começamos a entender a Anabela: a sua coragem perante a dor, a sua alegria de viver, a sua serenidade, a sua beleza interior, o seu saber receber e os seus actos solidários.
Finalmente estamos perante o TEMPORÁRIO de Anabela. TEMPORÁRIO porque, como se lê no Prefácio, são pedaços de tempo e não todo o tempo de Anabela.
É composto por cartas, crónicas, poemas e reflexões várias.
São textos carregados de amor, umas vezes, de dúvida, outras, mas sempre acreditando que se a vida nos der limões amargos o mais sensato será fazer com eles uma refrescante limonada.
São, alguns deles, agradáveis exercícios de escrita.
Parece-nos um livro de cabeceira nos momentos de desânimo, de depressão, de contrariedades.
Ao longo de nove capítulos, Carlindo Vieira (Carlos Miguel) apresenta a história da sua terra natal – São Salvador da Torre.
Após a localização e caracterização geográficas, passa às origens históricas, a partir de relatos de autores consagrados, como Frei Luís de Sousa, e de documentos oficiais.
Em “O Homem e a Terra”, são os habitantes, os seus trajes e trabalhos, as culturas, a fauna e a flora, que dão corpo à história desta terra. Seguem-se as tradições locais, designadas pelo autor como ” Costumeiras Locais”, e delas constam a matança do porco, o compasso pascal, o Natal, Janeiras e Reis, finalizando com as Cornetadas, isto é, as manifestações de desacordo.
A beleza natural deste recanto minhoto também não foi esquecida e, em “A Terra en o Turismo”, valorizando-se, sobretudo, o rio, as suas aprazíveis margens, as passagens de barco, a pesca…
Os “monumentos locais”, moinhos de vento e azenhas, alminhas e cruzeiros, integram o capítulo VI, intitulado “Aspectos do Passado”.
Em “Manifestações Religiosas” destaca-se a festa da Senhora do Corporal, no Domingo da Pascoela, também chamado Domingo das sete Senhora, por, neste dia, se celebrarem no Vale do Lima sete festas a outros tantos títulos de Nossa Senhora. Segue-se a referência ao Senhor de Fora, hoje já em desuso, que consistia na procissão do Sagrado Viático em visita aos enfermos da paróquia, acompanhado pela população.
Do capítulo dedicado às “Expressões Populares” conta a explicação da toponímia, um glossário de vocabulário local termos populares, uma lista de expressões populares e respetivo significado, orações e canções populares.
No último capítulo, “Estatística de Actividades” (Presente e Passado), é apresentada a relação dos “monumentos locais”, e das atividades existentes na freguesia, bem como dos párocos que aí exerceram o seu ofício, do século XVI à data da obra, terminando com um apêndice contendo três documentos em latim: Doação de Frei Ordonho para a fundação do Mosteiro de São Salvador da Torre (Anno 1068), Couto de São Salvador da Torre (anno 1130) e Couto de Outeiro (Anno 1176).
É uma separata, revista e aumentada, da primeira parte do livro CEM ANOS DE UMA ESCOLA, onde o autor percorre a história da educação em Viana do Castelo a propósito dos 100 anos da Escola Secundária de monserrate.
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