Viana do Castelo

Solo de Vozes [Separata dos tomos X e XI dos Cadernos Vianenses]

O autor começa por reflectir sobre a riqueza da cultura portuguesa decorrente de uma língua “repartida por diversos espaços e falares”. De seguida debruça-se sobre a leitura e a ileitura e refere um conjunto de autores do Alto-Minho que lograram “alguns, por sua arte, atravessar fronteiras de tempo e de espaço, e seus nomes e obras inscrever na História da Literatura.”

Depois de se questionar sobre se “serão estes poetas do Alto-Minho suficientemente lidos” afirma ser sua intenção abordá-los da forma que lhe parecer mais correcta e dessas leituras dar conta nos Cadernos Vianenses.

Este separata marca o início e David Rodrigues começa mesmo pelo princípio, pela Poesia Trovadoresca e, mais concretamente, neste caso por MARTIM SOARES de quem analisa oito cantigas de amor e outras tantas de escárnio e maldizer.

A terminar o autor afirma ser tempo “de se fazer a re-visão global prometida sobre a poesia de MARTIM SOARES”.

Cinco Motes para um Memorial – Separata do tomo 16 dos Cadernos Vianenses

São cinco breves estórias: a primeira fala-nos de um jovem traquina e sonhador, dos seus tempos de catequese; na segunda, o autor recorda a sua partida para a Guiné, em 21 de Dezembro de 71; a terceira estória lembra a morte de um campanheiro de armas e ainda uma demonstração de cobarde coragem no assassínio de um mandinga; segue-se um rápido in memoriam a Alfredo Reguengo para, no último relato, nos deliciar com as suas emoções da madrugada de Abril.

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