Biblioteca

Deste Lado da Vida

O Congresso dos Bruxos-Uma Necrófila Cultura- Os Dias da Ira-O Animal Religioso-Não Zombeis do Amor-O Rosto da Ressurreição- A Abelha e a Mosca- Em busca do Paraíso-Vida Para Além da Morte-Quo Vadis, TVI?-A Pergunta de Pilatos-Comunismo Sem Deus ou Capitalismo sem Humanidade?-Em busca do Demónio- Silêncio, são a procura de um sentido para lá das sinalizações que amputam, ao homem dos nossos dias, a dignificação pessoal ou a simples e consoladora possibilidade de visualizar o mundo e a vida por outra janela que não a do …pronto-a-pensar.

 Não haverá um horizonte -outro?, para lá dos contemporâneos e competitivos dogmas que impedem cada homem de ser tornar verdadeiramente humano? Isto é: autónomo e solidário?!

 O doce sonho de construir a felicidade não pode sobreviver para além da inocência da infância?

 E porqur é proibido que seja o coração a orientar a vida?

 Será cada Leitor, afinal, quem avaliará as reais alturas ou abismos de Morte ou Sequestro-Os Novos Prostíbulos-Malignidade-Macacos de Imitação- O Irmão Ubaldi- Em Busca do Demónio- Não Crêem no que Acreditam-Um Mundo de Muitos Reinos- , porque sendo, em derradeira instância, o dono deste livro, dele fará um amigo de confidências ou verá nele um espelho de deformadas imagens.

 De qualquer modo, este livro pode ser motivo de reflexão ou, simplesmente, de avulsa leitura nos breves instantes de respiração consciente que restam do caótico e sonâmbulo trânsito da vida.

Do Cisma Clerical à Patuleia em Viana do Castelo

Este ensaio aborda as divisões no seio do clero no período que se segue à extinção das ordens religiosas. Estas divisões não se limitavam aos partidários do liberalismo e aos fiéis de Roma, mas também no seio destes entre pereiristas e falperristas. Estas divisões e os conflitos a elas associados contribuíram para o clima político e social que esteve na origem do movimento da Patuleia.

Do Gótico ao Manuelino no Alto Minho (Monumentos Civis e Militares)

A obra apresenta-se como uma separata da revista “Caminiana”, nº 12, de Dezembro de 1985.

De realçar a sua extensa introdução, que reproduzimos na íntegra e que contém uma visão descritiva e bastante pormenorizada sobre o conteúdo do estudo que se segue.

Este, por sua vez, está dividido em três partes, referenciando a primeira, os castelos e fortalezas do Alto Minho cujo estilo arquitectónico se enquadra na gramática do Gótico ou do Manuelino:

– Caminha;

– Vila Nova de Cerveira;

– Valença;

– Lapela;

– Monção;

– Melgaço;

– Castro Laboreiro;

– Lindoso;

– Ponte de Lima;

– Viana do Castelo;

– Castelos medievais desaparecidos: Fraião; Penha da Rainha; Santa Cruz; Nóbrega; Facha; Neiva; Viana.

A segunda parte é preenchida com as torres existentes ou que existiram na mesma região, subordinadas aos mesmos estilos:

– Torre da Silva;

– Torre de Aguiã;

– Torre de Quintela;

– Torre de Refojos;

– Torre de Curutelo;

– Torre de Bertiandos;

– Torre de Geraz;

– Outras Torres desaparecidas ou com vestígios pouco significativos.

Na terceira e última parte, são focados os solares:

– Solar dos Pitas;

– Casa da Torres de Lanhelas;

– Paço de Gilea:

– Palácio do Marquês de Ponte de Lima.

Num subtítulo denominado Viana Gótico-Manuelina, enquadram-se outras obras arquitectónicas, como sejam:

– Hospital Velho – Viana do Castelo;

– Casa da Câmara;

– Palácio da Carreira;

– Casa Costa Barros;

– Casa de João Velho;

– Casa de Melo Alvim;

– Casa dos Alpuim.

De cada construção tratada é traçado o seu historial e, sempre que possível, apresentada uma imagem fotográfica. Frequentemente, é também referido o seu enquadramento paisagístico e outros monumentos que a cercam.

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