Biblioteca

Nossa Senhora do Norte nos Caminhos de Santiago

Esta separata composta e aumentada do Boletim Cultural nº 4 do CER leva-nos à história da capela de Nossa Senhora do Norte “situada na outrora chamada Quinta dos Moinhos, hoje mais conhecida por Quinta do Bicho” n(p.5).

À Introdução (onde o autor situa a referida capela e se refere, ainda que brevemente, ao culto mariano em Portugal, em geral, e no Norte, em particular ) segue-se um passeio que nos leva DAS VIAS ROMANAS AOS CAMINHOS MEDIEVAIS para, logo de seguida, percebermos de que forma e por onde, normalmente se peregrinava para Santiago de Compostela (OS PEREGRINOS DE SANTIAGO DE COMPOSTELA) pois

“Santiago da Galiza

É um cavaleiro forte

Quem lá não for em vida

Há-de lá ir depois da morte”

Num quarto capítulo, Inácio Rocha mostra-nos “ A «ESTRADA DO NORTE» NOS CAMINHOS DE SANTIAGO” e assim se entendem imagens como a da “Senhora do Caminho”, em Venade.

Segue-se a “HISTÓRIA DA ERMIDA OU CAPELA DE NOSSA SENHORA DO NORTE” que foi propriedade do avô dos actuais proprietário, Manuel Francisco Pires, por alcunha «O Bicho» e a DEVOÇÃO E CULTO A NOSSA SENHORA DO NORTE.
Nas páginas finais, o autor reflecte, ainda, sobre:

· Fomes, pestes e penitências públicas

· Misterioso desaparecimento da imagem da Senhora do Norte

· Os romeiros das Senhora do Norte

· Que futuro?

O Artesanato do Alto Minho

É, em nosso entender, um excelente guia pelos percursos dos afectos que “a magia das mãos” vai tecendo por todo o Alto-Minho.

Percorrê-lo é re-visitar as memórias dos artesãos: dos oleiros; dos pintores de cerâmica; dos funileiros; das muitas bordadeiras e das inúmeras tecelãs; das artistas de festa e dos seus lindos palmitos e ramos de noiva; dos pintores de azulejo; dos artesãos de cerâmica e dos de artefactos de metal como caravelas, potes e caldeirões.

São estórias da nossa gente. São percursos dos nossos afagos…

… que necessitam de ajustes … e o autor sugere, caso a caso, o que julga mais pertinente.

O livro termina com a apresentação do Decreto-Lei 110/2002 de 16 de Abril, diploma que faz o enquadramento legal do Estatuto do Artesão e da Unidade Produtiva artesanal.

O Barroco no Alto Minho

Obra de investigação histórica no domínio da arquitectura, escultura e pintura em estilo barroco no Alto-Minho divide-se em duas partes: os monumentos barrocos do Alto-Minho, as suas características e os seus artistas; as fontes para o estudo do Barroco no Alto-Minho.

Na primeira parte, reflecte-se sobre a originalidade do barroco nesta região, relacionando-o com o movimento barroco nacional, mas, também com uma tradição local anterior.

Na segunda são apresentadas, em resumo, as fontes dando-nos a conhecer as escrituras das obras estudadas.

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