Biblioteca

O Artesanato do Alto Minho

É, em nosso entender, um excelente guia pelos percursos dos afectos que “a magia das mãos” vai tecendo por todo o Alto-Minho.

Percorrê-lo é re-visitar as memórias dos artesãos: dos oleiros; dos pintores de cerâmica; dos funileiros; das muitas bordadeiras e das inúmeras tecelãs; das artistas de festa e dos seus lindos palmitos e ramos de noiva; dos pintores de azulejo; dos artesãos de cerâmica e dos de artefactos de metal como caravelas, potes e caldeirões.

São estórias da nossa gente. São percursos dos nossos afagos…

… que necessitam de ajustes … e o autor sugere, caso a caso, o que julga mais pertinente.

O livro termina com a apresentação do Decreto-Lei 110/2002 de 16 de Abril, diploma que faz o enquadramento legal do Estatuto do Artesão e da Unidade Produtiva artesanal.

Cinco Motes para um Memorial – Separata do tomo 16 dos Cadernos Vianenses

São cinco breves estórias: a primeira fala-nos de um jovem traquina e sonhador, dos seus tempos de catequese; na segunda, o autor recorda a sua partida para a Guiné, em 21 de Dezembro de 71; a terceira estória lembra a morte de um campanheiro de armas e ainda uma demonstração de cobarde coragem no assassínio de um mandinga; segue-se um rápido in memoriam a Alfredo Reguengo para, no último relato, nos deliciar com as suas emoções da madrugada de Abril.

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