Viana do Castelo

A Colónia de Viana

Após o prefácio do autor,uma página contendo a sua bibliografia, um poema intitulado Dedicatória Viana, de R. Sousa e o texto de apresentação do Padre Artur Coutinho, inicia-se a obra constituída por 5 partes, sendo a primeira designada por Origens, subdividida em Cap. I – Esboço da História Eclesiástica de Viana do Castelo e Cap. II – O Cónego Pires. A segunda parte intitulada Testemunhos é constituída por um primeiro capítulo Inquéritos, seguido dos Testemunhos de várias personalidades.

A terceira parte designada Análise Conjuntural, após um Intróito, apresenta, respectivamente, os títulos Que é a “Colónia de Viana?”, Qual a razão do nome de “Colónia”?, O nascimento da “Colónia”, O que era a “Colónia dos Doutores”?, Aspectos da “Colónia”, Sardinhadas e meloadas, Estruturas da “Colónia”, A força da “Colónia”, Atribulações, Equipa de Santa Luzia, Estatutos, Benemerências e Silêncio …de ouro.

A quarta parte, intitulada Documentário, é constituída, respectivamente, pelos títulos Bodas de Prata, D. Manuel Isidro Alves, D. Apolinário Américo Araújo Alves. D. António Palma Alves Martins, D.Manuel Lopes Afonso, D. António da Silva Lima, Novos Estatutos, D. José Francisco Lopes Lima, D. Artur Coutinho, 40º Aniversário da Colónia, Esboço Histórico e Carta Apostólica da criação da Diocese.

A quinta parte, Estatísticas, apresenta Galeria dos Membros da “Colónia Vianense”, Leigos que apoiaram a “Cólónia” e Relação dos Responsáveis e Bispos de Viana.

A obra é ilustrada, de onde em onde, com fotografias alusivas aos textos apresentados.

A História de Viana do Castelo em Dispersos – 1

Conjunto de seis ensaios sobre a História Vianense, esta obra é mais um contributo do seu autor para a História da cidade.

Aborda como temas as transformações de Viana desde a Idade Média até ao séc.XVI, a evolução das suas estruturas defensivas, a presença de vianenses no Brasil no século XVIII, a pirataria e o corso em Viana, o abastecimento da cidade e, por fim, o traje e o ouro na época barroca.

A Poesia Vianense no Último Quartel do Séc. XX (1974-2000)

1.

Este livro é composto por textos, revistos e actualizados, que o autor havia publicado nos cadernos Vianenses, tomos 26, 27, 29, 30, 31 e 35.

2.

Em mais de 200 páginas, que se lêem com muito agrado, Alberto Abreu percorre a temática e, às vezes, a forma da poesia vianense do período pós-revolução de Abril de 74. Fala-nos da poesia e de poetas da resistência; da poesia regionalista, da lírica pós-modernista, da poesia feminina, da poesia para crianças e da poesia de tema religioso.

É assim que entramos na temática de Reguengo, A.M. Couto Viana, Ricardo de Saavedra, Amadeu Torres/Castro Gil, Maurício Sousa, David Rodrigues, Fátima Passos, André Shan Lima, José Luís Carvalhido da Ponte, Fernando Castro e Sousa, Miguel Ângelo, Alexandre Passos, Manuel Baptista da Silva, Francisco Sampaio, Maria Emília Sena de Vasconcelos, Maria Manuela Couto Viana, Linda Coelho, Adelaide Graça, Virgínia Manuela Ramos, Maria da Conceição Campos, José da Silva Lima, A. Almeida Fernandes e Rui Pinto.

3.

O autor inclui, de seguida, uma breve antologia onde insere também textos de Catarino Rangel e Francisco José Carneiro Fernandes.

4.

O livro encerra (antes da referência bibliográfica a obras citadas) com uma listagem cronológica das obras poéticas de autores vianenses desde 1975 a 2000.

5.

É, claramente, um livro incontornável para quem quiser estudar a poesia vianense destes 25 anos.

À Procura do Tempo

Publicado em 80, este conjunto de 48 textos estão, parece-nos, divididos em três fases: nas duas primeiras o poeta retrata um pouco as suas vivências, em especial as da Guiné onde esteve como furriel enfermeiro; a propósito da terceira, Alberto Antunes de Abreu afirma : “Na terceira parte o livro contém os melhores poemas. Longos, esmeradamente pensados e construídos ao nível estrófico enm gráfico, com os ecos dispostos na vertical, como as ideias paralelas, estes poemas, que até no acento retórico alcançam alto nível de poesia por lhes ser bem realçado o valor fónico, foram, de facto, compostos tanto para serem lidos em gabinete (…) como para serem declamedos; quer dizer, são bons e belos nos planos semântico, fónico e gráfico(…); foram compostos ao sabor da temática social levantada nos anos ’70e têm por tyema o Lumpenproletariat dos que hoje denominamos ‘sem abrigo’, o lavrador, proletário da terra e alicerce do futuro, a sol,idariedade, as crfianças pobres, os marginalizados da sociedade” ( A Poesia Vianense no último Quartel do século XX (1974-2000), Ed. Câmara Municipal de Vana do Castelo, 2005, pp 108/109

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