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Dilúvio de Chamas
Em dilúvio de chamas encontramos poemas e prosa dispersa por revistas e/ou páginas literárias de Portugal, Brasil e Espanha.
Conheça o autor
Presépio de Pão
Três contos de Natal passados num mundo rural onde pobreza, amor e esperança se misturam.
Excertos
29. Búzio
Com dois pobres fios
de água se faz o nó
de prata como o rio
que perde a memória
do leito nas rugas do estio
até o búzio cantar na foz
dos lábios o mar que vio
lentamente percorre em nós
Livros relacionados
«O Mar por amor!!!»
«O Mar por amor!!!» é constituído por 95 poemas, antecedidos de uma dedicatória da autora aos seus filhos, a todos os poveiros e vianenses, e seguidos de índice.
Estes 95 poemas encontram-se distribuídos por 8 capítulos/temas:Póvoa do Mar, Ansiedade, Lazer, Felicidade, Partida, Maturidade, Viana do Minho e Interiorização.
Em Póvoa do Mar, a autora presta tributo à sua terra natal e ao mar que a banha.
Ansiedade é marcada por uma nostalgia do passado e pelo sentimento de perda dos entes queridos.
Lazer e Felicidade englobam poemas mais luminosos, associados a recordações de momentos felizes.
Em Partida, todos os poemas exprimem sentimentos de tristeza, saudade, perda, solidão, mágoa…
Maturidade oferece um conjunto de poemas resultantes de uma reflexão marcada algumas vezes pelo desânimo.
Viana do Minho é constituída por 5 poemas de louvor à cidade de Viana do Castelo que a autora considera a sua mão adoptiva.
Interiorização apresenta um conjunto de poemas que evidenciam as convicções religiosas da autora no seu diálogo com Deus.
Burguês Anti-Burguês
(…) Burguês Anti-Burguês denuncia os interesses criados e instalados que abafam e apagam na consciência a realização íntima e profunda do eu, da vida e até do amor. Impedindo a auto-realização, fazem do homem uma máscara de futilidade e ilusão caindo-se no inautêntico e no fora de si, na exterioridade do mim. Surge aqui a linha mestra de quase toda a obra, a luta entre o espírito e a matéria. (…)
A vida, e por consequência a obra, é uma superação. Poesia do frágil derruir de tudo, do declínio da ilusão “Cumpre o teu dever que é envelhecer” e de algum desprendimento em que o tempo surge como crepúsculo total na sua fugacidade que apaga e destrói o efémero e o sonho, igualando os humanos na morte. A morte como o grande horizonte ou aurora da vida é também um tema central na obra de Geraldo Aresta.(…)
Mas, se a presente obra brota da intimidade, é de nóms que ela se ocupa e, por isso, nos abala. Porque nos arranca a máscara e vai directa às nossas fraquezas. (…)
in Prefácio de “Burgês Anti-Burguês”
( excertos)
Domínios Consentidos
Organizada em três momentos – paisagens de dentro, margens interiores, domínios consentidos – a poesia afirma-se, em poemas breves, onde o poeta se assume na plenitude da sua natureza.
Em Louvor de Viana e Outros Poemas
O livro divide-se em três partes.
A 1ª. Que lhe dá o nome, compõe-se de 19 quase-epifanias de “Viana do Minho” e da Costa Verde, da ponte metálica e das pombas de S. Domingos, da festa, da feira, do castelo e da fé dos pescadores… e mesmo quando a paixão do seu peregrinar o colocou longe da pátria, recorda, ainda assim, Viana, a “bela das mais belas”.
Na 2ª parte, a que chamou Outros poemas, encontramos 13 sonetos onde o autor nos fala sobre a aldeia, os costumes e as tradições (escultores, sardinheiras das Neves, o Monte de S. Silvestre, as sargaceiras, a terra e as danças, as alminhas) e sobre “os nossos poetas”: Diogo Bernardes, Agostinho da Cruz, Sebastião Pereira da Cunha, António Feijó, João Verde, João da Rocha, Alfredo Reguengo, Severino Costa, José Crespo, Pedro Homem de Melo, Francisco Pitta, Maria Manuela Couto Viana, António de Cardielos, Rosália de Castro, Carvcalho Calero, trovadores Minho-galaicos, entre outros.
Na última parte, no Apêndice poético-musical, incluiu textos, alguns musicados (hinos) de “homenagem a esses heróis do trabalhoque tanto amam a sua terra e toda esta região maravilhosa do Alto Minho”.
Enquanto Respiro
Fernando Castro e Sousa, nos seus poemas de versos simples espelha uma sensibilidade do mundo que o rodeia, podendo encontrar-se uma variedade temática que vai desde a evocação da liberdade, a sensibilidade para com as misérias sociais, a preocupação com a fugacidade do tempo, a saudade, a insignificância do ser até ao amor.
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